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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Reinaldo Azevedo: que fetos humanos sejam protegidos pelo Ibama tal qual são os ovos de tartaruga


Tartarugas são animais protegidos, como sabemos. Eu aposto que há mais ONGs empenhadas em salvá-las do que entidades dedicadas ao combate ao aborto. Mas não são apenas as tartarugas nascidas que estão sob tutela. Não! Não só é proibido comer a carne do bicho como também é proibido se alimentar de seus ovos, hábitos de várias comunidades no Brasil que foram postos na ilegalidade.

Se alguém argumentar que um ovo de tartaruga ainda não é uma tartaruga, será tomado por idiota ou cínico. Porque é certo, salvo algum evento da natureza, que, lá vem um quase-poema concreto, no ovo está o novo que renova o velho.

Por alguma estranha razão que ainda não foi suficientemente explicada — e não há um só abortista que tenha conseguido fazê-lo — há quem considere que o “ovo” humano não contém o humano.

Dona Eleonora comparou um aborto a uma infecção, ao vírus da AIDS, ao crack. A imoralidade dessa gente me obriga a animalizar o humano para protegê-lo de certos humanos. Que o feto da nossa espécie ganhe o status de um ovo de tartaruga!

Que o Ibama cuide dos fetos do Homem, já que os humanistas de Dilma o consideram um vírus a ser combatido por políticas públicas!

Leia também: Antes de abrir a boca para defender o aborto...


Reinaldo Azevedo: que fetos humanos sejam protegidos pelo Ibama tal qual são os ovos de tartaruga

sexta-feira, 1 de julho de 2016

ONU - a maior instituição mundial violadora de direitos humanos


Foto: REUTERS/Leonhard Foeger 

Por Jarbas Aragão

Um relatório recente da Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos está causando grande debate na Europa. Segundo a avaliação do grupo de observadores da ONU que visitou o Reino Unido, há preocupação com o fato de crianças serem obrigadas a participar de serviços religiosos e de cultos.

Frequentar a igreja poderia ser uma “violação dos direitos humanos”, afirmam os responsáveis pelo Comitê das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. Portanto, recomendaram que o governo “revogue as disposições legais sobre frequência obrigatória a encontros de adoração coletiva”.

Seguindo uma tradição histórica, a maior parte do sistema educacional do Reino Unido está nas mãos de igrejas. Até o quinto ano, a participação em cultos religiosos faz parte das atividades, como aulas de ensino religioso. Só estão dispensadas caso os pais não autorizem ou pertençam a outra fé. O material compila 150 recomendações, apontando que a Grã-Bretanha pode estar violando a Carta da ONU sobre os Direitos da Criança em vários aspectos. No relatório não existe qualquer menção de violação de direitos humanos por parte da comunidade islâmica, que administra várias escolas.

Possivelmente por que o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos é Zeid Ra’ad Al Hussein, um príncipe jordaniano, que professa a fé muçulmana. Também foi ignorado o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, que garante a todo ser humano a “liberdade de manifestar sua religião ou crença”, em público ou em particular.

David Burrowes, um parlamentar conservador, afirma que esse relatório, deve ser jogado no lixo, que é o seu lugar devido. “O ato coletivo de adoração não é um exercício de doutrinação. É reconhecer e respeitar a herança cristã do país e dar às pessoas uma oportunidade para refletirem”, disparou. Burrowes aproveitou para fazer uma cobrança séria: “A ONU deveria passar mais tempo fazendo o seu principal trabalho, de prevenção das guerras e do genocídio, em vez de meter o nariz nas salas de aula de outros países”.

Ele se referia ao fato da Organização se negar a reconhecer que existe um genocídio contra os cristãos em andamento no Oriente Médio.

Com informações de CBN via contatos no Facebook.
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Título original da matéria: ONU afirma que levar crianças à igreja é “violação dos direitos humanos”

segunda-feira, 14 de março de 2016

Eu também não gosto de "histórias de bicha"!


Velho Chico, novela de Benedito Ruy Barbosa (Rede Globo, às 21 horas, de segunda a sábado. O diretor Luiz Fernando Carvalho no sertão de Alagoas com Cyria Coentro e Chico Díaz
Foto: Caiuá Franco/TV Globo

Izaldil Tavares de Castro

O novelista Benedito Rui Barbosa ousou expressar o que pensa sobre "histórias de bicha". Pronto! Acendeu uma fogueira alimentada até por um colega dele - de profissão - Aguinaldo Silva, que aproveitou a deixa para espinafrar de modo desonroso, como lhe é comum.

Ora, o novelista pode escrever capítulos e mais capítulos de uma novela, mas não pode expressar o que pensa? Que paisinho é este?

EU TAMBÉM NÃO GOSTO DE "HISTÓRIA DE BICHA"; escrita para enfiar goela abaixo de uma população o que seja interesse imundo de um novelista, de uma rede de televisão ou de um ou dois deputados.

NÃO SOU INIMIGO DE HOMOSSEXUAIS, mas não apoio, não propago, não defendo suas práticas. Ora, se não apoio o que eles fazem, significa que NÃO GOSTO DE "HISTÓRIAS DE BICHA".

Algum problema? Alguma ofensa? Nenhum problema; nenhuma ofensa!

Espero que a população brasileira, que vai às ruas, buscando um país decente, íntegro, ético em todos os sentidos, temente a Deus (pois a maioria se confessa cristã), venha, como eu, manifestar-se a respeito desse mais recente episódio de imposição de costumes inaceitáveis, provindos da vontade de alguns desajustados do quadro televisivo e também da política nacional.

Concluindo, já verifiquei que entre os próprios adeptos da homossexualidade que é estabelecida uma diferença entre "homossexual" e "bicha". EU TAMBÉM NÃO GOSTO DE "HISTÓRIAS DE BICHA"!

Fonte: União de Blogueiros Eevangélicos

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Consumismo que consome o consumidor

As pessoas recebem enxurradas de publicidade que passam a ideia mentirosa de que comprar leva-as a serem realizadas como gente. É praticamente impossível fugir dessas propagandas, pois elas são veiculadas via televisão, rádio, internet, revistas e jornais impressos, outdoors... E existe tanta gente se deixando ludibriar por esta mensagem!
Olá! 

As pessoas recebem enxurradas de publicidade que passam a ideia mentirosa de que comprar leva-as a serem realizadas como gente. É praticamente impossível fugir dessas propagandas, pois elas são veiculadas via televisão, rádio, internet, revistas e jornais impressos, outdoors... E existe tanta gente se deixando ludibriar por esta mensagem!

As perguntas básicas que todo consumidor deveria fazer antes de comprar, são:

• preciso de 50 pares de sapato?
• é necessário ter o último modelo de smartphone?
• consigo usar cinco automóveis ao mesmo tempo?

E.A.G.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Somos irmãos

José Wellington Bezerra da Costa

João era um apóstolo que não se contentava em estar somente perto de Jesus, mas havia ocasiões em que ele se reclinava à altura do peito de Jesus para um contato mais afetuoso. Ele demonstrava profundo desejo de estar bem perto do coração do Mestre. Não foi por acaso que ficou conhecido como o apóstolo do amor.

Este homem recebeu de Deus a graça para anunciar ao mundo a visão apocalíptica. E por causa do seu testemunho o imperador Domiciano o deportou para a Ilha de Patmos, pensando que a solidão do desterro silenciaria para sempre a sua voz. Por causa da excelência das revelações, é possível que João fosse tratado como um ser sobrenatural por alguns ou, talvez, em função do seu desterro fosse ele desconsiderado por outros. Por essa razão, João escreveu: "Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo" - Apocalipse 1.9.

E o que é um irmão? O irmão legítimo é filho do mesmo pai e da mesma mãe, é aquele que é criado no mesmo ambiente, desfrutando o cuidado e o aconchego de um lar. Irmão é aquele que traz no seu próprio ser alguns traços biológicos dos pais e corre na sua própria veia o sangue do seu irmão.

No recôndito do seu coração ele tem um lugar reservado para o seu irmão. Mesmo discordando de alguma coisa, mas, quando necessário se faz, aquele amor emerge em defesa do irmão.

Por ser irmão, ele ama; reparte o que Deus lhe deu com se irmão, cuida dos interesses do irmão e, é capaz até de fazer sacrifício ao irmão necessitado. João dizia na sua carta que ele pertencia a mesma família, que tinha como pai o mesmo Senhor, que havia recebido do mesmo Espírito, da mesma Palavra, do mesmo convívio, e que esta formação o identificava como irmão.

Tenho viajado por vários países e, onde chego, sou recebido com muito afeto, como se já conhecesse aquelas pessoas há muitos anos. Mas, por sermos da mesma origem espiritual, em Cristo Jesus, sou recebido como membro da família, como um irmão que chegou da viagem, porque a distância não descaracteriza o amor.

Entendo que quando Paulo falou a respeito da família de Deus (Efésios 2.19), de que não somos mais estrangeiros, ele falava também do mesmo Pai (versículo 18) e do verdadeiro amor que deve existir entre nós, irmãos.

Somos irmãos, ainda que de origens, naturalidades ou cultura diferentes mas, em Jesus, nos tornamos parte dessa família, nos tornamos membros do corpo de Cristo, a Igreja. Ainda que haja a hierarquia ministerial, somos irmãos. Quantas vezes sofremos, choramos, e clamamos ao Senhor ao tomar conhecimento de problemas graves que nossos irmãos enfrentam.

Nós somos os irmãos da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil. Como presidente nunca deixei de ser irmão de todos aqueles que professam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo e que têm sobre si a responsabilidade de liderar o trabalho do Senhor. Deus tem feito aumentar a cada dia este amor fraterno e a cada dia procuro me identificar ainda mais com esses irmãos.

Mensageiro da Paz, ano LXVIII, nº 1334, maio de 1998, página 6, coluna Palava do Presidente da CGADB

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