Propomos concentrar artigos, de autores diversos, (postados na internet, revistas ou livros) com vista a reunir num mesmo lugar o que está espalhado por ai. A intenção-maior, ao reunir as manifestações de ideias que este Blogueiro se identifica, é compartilhar o conhecimento, enfatizar o senso comum que preza pelo amor a Deus e ao próximo, que valoriza a vida humana e tudo que compõe nosso espetacular ecossistema. Não há objetivo comercial nisso. Blog principal: Belverede.

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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Evangelizar escrevendo no dinheiro, pode?


O colega do projeto UBE Blogs, Sammis Reachers, trouxe uma questão interessante em seu perfil da rede social: escrever mensagem evangelística no dinheiro.

Ele Disse: 

"Escreveu errado, mas quem se importa? O Purista teme pela ofensa à Língua; o Legalista teme pelo escrito numa cédula de papel-moeda, infração leve. Mas aquele coração ferido que recebeu a mensagem ficou apenas agradecido." 

Alguns aprovaram a ação, enquanto surgiu quem desaprovasse veementemente:

"A mensagem sempre é importante; mas não devemos relaxar a forma de expressá-la! Já andamos tão mal! Nego meu apoio a essa prática que revela o péssimo grau de civilidade e de educação de quem escreveu na cédula. Existe papel de carta! Na verdade, quem fez isso entende que mandou uma mensagem que passará de mão a mão. Boa intenção. Péssima realização! Precisamos educar, civilizar o nosso povo! Minha crítica é de educador, jamais tenho a intenção de 'criar caso'". 

Sammis: 

"Confesso que nunca fiz, tenho também receio e prefiro trabalhar com folhetos, mas Deus já falou comigo poderosamente em mensagens assim, numa nota. Ele curava até no sábado." 

Minhas participações na postagem:
Deus é Deus porque é capaz de analisar e julgar corretamente todas as atitudes pela intenção e não pela ação. Eu fiz algo semelhante quando criança, queria evangelizar, não me ative ao contexto da situação. Hoje não penso em repetir o gesto.
Eu entendo que Deus está presente em todas as situações (julga cada intenção e procedimento nosso). Nem tudo que realizamos faz parte da vontade soberana do Senhor, mas tudo faz parte de sua permissão. Nos erros bem intencionados que Deus não aprova está a máxima paulina: "Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira..." (Filipenses 1.18). É claro que semear no erro atrai a consequência de uma colheita de dissabores.
Paulo não comentava sobre o assunto do dinheiro na passagem bíblica supracitada, mas estava falando sobre a pregação do evangelho, que é abordada aqui. E ao comentar, citou casos de quem pregasse por motivos errados, por contenta e vanglória, e disse que o que importava era levar a Palavra de Cristo adiante, mesmo que fosse por motivos errados. 
Não chegamos ao ponto do nosso assunto, e me estendo para o pecado, mas aos pecados inconscientes - caso de alguns que escreveram "Jesus te ama" em cédulas. Cito a oração de Davi: "Quem pode ver os seus próprios erros? Purifica-me, Senhor, das faltas que cometo sem perceber" - Salmo 19.14 (NTLH).

E.A.G.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Mara Maravilha vai à Londres e faz aplicação de botox

Divulgação: Instagram
Admiradores teriam estranhado nova aparência.
A Mara é livre para fazer o que bem quiser de sua vida. Devemos respeitar a opção em sua decisão pessoal. Respeito isso. 

Ela viajou à Inglaterra para promover seu novo CD, cujo título é Vai Tudo Bem, dar palestras e gravar um clipe. Nesta passagem pela Europa, visitou a clinica do paranaense Juliano Crema para fazer o procedimento estético antirugas.

O nome Botox é uma marca registrada da empresa americana Botox Cosmetic, de propriedade da Allergan, Inc. O produto comercializado é a substância ativa toxina butolínica tipo A. Também é encontrada com os nomes comerciais Xeomin, Prosigne e Dysport, industrializada e vendida por empresas no Brasil, França, Grã-Betanha, Israel e Suécia.

Os medicamentos oferecidos por laboratórios diferentes, embora tenham como base a toxina butolinica, possuem no processo de fabrico a composição de proteínas associadas com a toxina em proporções, também, ligeiramente diferentes, o que exige precaução ao trocar uma marca pela outra, pois pode ocorrer diferentes efeitos clínicos.

O uso terapêutico ocorreu muito antes de se pensar na utilização do medicamento com finalidade de esconder as linhas faciais de rugas.

Médicos em áreas de oftalmologia, neurologia, dermatologia começaram a utilizar o fármaco para correção de problemas como incontinência urinária; enxaqueca crônica e posição irregular da cabeça provocadas por distonia cervical; torcicolo espasmódicos, aumento da rigidez muscular em cotovelo, punho, dedos (epasticidade); estrabismo; espasmo anormal das pálpebras (blefaroespasmos). Crianças com problemas musculares aparentam progressos em sua coordenação motora, por exemplo a flexibilidade muscular de pernas e braços, após a  aplicação da toxina.

A toxina é liberada no Brasil pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para fins terapêuticos. Apesar da liberação, os efeitos colaterais são sérios: provoca Miastenia Grave (transtorno da transmissão neuromuscular, caracterizado por fraqueza dos músculos cranianos e esqueléticos). paralisia progressiva, inclusive de músculos da respiração sem que haja tratamento médico reversível, o que leva aos números altos de mortes de seus usuários.

Sobre o uso estético: opinião de homem vale?

Se sim, digo que quase todas as mulheres que vi se deixarem ser injetadas no rosto por essa toxina, vendida como produto antirugas, não melhoraram a aparência. Talvez, porque exageraram na dose da aplicação. Sou da ideia que o envelhecimento é algo natural. Cada um de nós deve cuidar para envelhecer bem, dentro do padrão característico da idade em que estiver vivendo.

O caso mais triste é o de Meg Ryan, que até perde papéis no cinema porque os músculos da sua face não conseguem expressar as emoções de maneira clara ao que os personagens a ser interpretados por ela exigem. 

Usando como exemplo outra atriz, lembremos da belíssima Fernanda Montenegro. Ela é uma senhora bonita, estilosa, elegante, e sempre um bom talento quando em cena. Ela evita operações plásticas e o tal botox.

Se opinião de homem não vale, desculpe-me. Opinei...

E.A.G.

Fonte:
Biolab Farmacêutica: http://www.biolabfarma.com.br/produtos_detalhe.php?idProd=88#
Botox:  http://www.botox.com/
Botox Tel Aviv: http://www.botoxtelaviv.co.il/דיספורט/
DeCS - Descritores de Ciência da Saúde: http://ning.it/1bDlkj0
IG Gente: http://ning.it/1bDx98W
MedicinaNet: http://www.medicinanet.com.br/bula/4326/prosigne.htm
Wiley Online Library:  http://ning.it/1gJIeuV
Wikipedia Brasil: http://pt.wikipedia.org/wiki/Toxina_botul%C3%ADnica
Wikipeia Inglês:  http://en.wikipedia.org/wiki/Botulinum_toxin

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Marco Feliciano responde provocação de Miguel Falabella

Feliciano respondeu hoje Miguel Falabella, do seriado de comédia Sai de Baixo, que era apresentado pela TV Globo e há onze anos saiu do ar, está ganhando quatro novos episódios, e como sempre, o humor dos atores Miguel Falabella, Marisa Orth, Aracy Balabanian e Luis Gustavo está carregado de polêmica.

Na gravação do primeiro episódio inédito, o personagem Caco Antíbes, interpretado por Miguel Falabella, protestou contra o pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). “Chupa Feliciano”, gritou o ator, interpretando uma fala de Caco, durante a gravação no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. Os episódios inéditos serão transmitidos pelo canal por assinatura Viva.

Nesta cena, Caco Antíbes está hospedado na casa de sua antiga empregada, e se vê obrigado a dividir o quarto com o mordomo, interpretado por Tony Ramos. Vendo-se numa situação adversa, Caco pega na mão do mordomo e de sua mulher, Magda (interpretada por Marisa Orth), e diz que enquanto esteve preso na Dinamarca, foi obrigado a aprender coisas novas, insinuando uma relação sexual entre três pessoas, e diz: “Vou pegar esse urso! Chupa, Feliciano!”. Segundo informações, a plateia da gravação do programa aplaudiu o protesto do programa humorístico.

Resposta de Feliciano no congresso nacional:

"Não perco tempo vendo essas porcarias da Globo, isso serve com prova pra aqueles que viram hinos evangélicos na novela e culto e ficaram seduzidos. A Globo está passando mal com o nosso trabalho de combate a prática homossexual, repito o que eu disse nos Gideões (Vamos parar de assistir novela). A Globo não ensina nada de educação familiar, só ensina como trair esposa, marido e incentiva o ódio dentro do lar. Mas agradeço a Deus que se pelo evangelho sou perseguido é porque sobre mim, repousa o Espírito da Glória de Deus."

_________

Nota Belverede: Não assisti o novo episódio do programa Sai de Baixo , raramente assisto essa emissora. Entendo que o comediante Falabela quis criar uma polêmica e dela gerar notoriedade para a produção global, e não sabe que tal iniciativa também gera mais notoriedade e votos ao parlamentar. Este é o motivo de receber a resposta. Feliciano agradece!

Fonte:  
Notícia Gospel - Crente Santão via Sandoval - O Protestante
http://sandovaloprotestante.blogspot.com.br/
http://revistacrentesantao.blogspot.com.br/

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Efeito #vemprarua

Efeito #vemprarua: agora há poucos minutos, em coletiva de  imprensa, governador GeraldoAlckimin anunciou que suspendeu reajuste de pedágios nas rodovias do Estado de São Paulo e de balsas

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Marisa Lobo filia-se ao PSC e sairá deputada federal

  Marisa com Ratinho Júnior, presidente do PSC no Paraná (ao centro) e Everaldo Pereira, vice-presidente nacional do partido.

Os cristãos brasileiros ganharam mais uma representação relevante na esfera política. Marisa Lobo, conhecida por ser uma mulher cristã corajosa, assinou no último dia 30 de abril filiação partidária com o Partido Social Cristão (PSC).

Perseguida pelo Conselho Federal de Psicologia por manter blog e rede social se apresentando como psicóloga e cristã, anunciou em seu perfil no Facebook o passo político:

"Agora minha luta terá mais direção e foco, podem 'chiar' à vontade, nem sei se serei candidata, mas pela raiva dos opositores, poderei ser mesmo. Minha luta não é contra nenhum ser humano, por favor tenho lutas legítimas, sou militante pelas causas da família, sou contra cultura de morte (aborto, drogas, eutanásia, por exemplo) mas vou lutar sim com todas as armas intelectuais e de direito pela reestruturação da família tradicional. E contra a desconstrução social do nosso Deus. Luta que já travo há 15 anos. Agora terei respaldo de um partido, que tem por principio e obrigação defender a família."

E.A.G.

Fonte: UBE Blogs

domingo, 14 de abril de 2013

José Wellington Bezerra da Costa Folha de São Paulo entrevista 13/04/2013

13/04/2013 - 03h00
Feliciano quer tirar proveito da situação, diz líder de sua igreja

JOÃO CARLOS MAGALHÃES
DE BRASÍLIA


Andre Borges/Folhapress
Ao final da leitura, acesse o slide show do caderno Folha / Poder clicando sobre a imagem.
O pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) "está querendo tirar proveito" da onda de protestos para que ele deixe a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. 

A opinião é de José Wellington Bezerra da Costa, 78, reeleito anteontem presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus, principal entidade da maior denominação evangélica do país, da qual Feliciano faz parte.

"Ele é político, está querendo tirar proveito desse troço. Ele está dando corda na coisa. Bobo ele não é", afirma Wellington, lembrando, no entanto, que a entidade dá "respaldo" para o deputado --que antes da polêmica era pouco conhecido fora dos círculos evangélicos.

Wellington é presidente da Convenção há 25 anos. Nesse período, a Assembleia se consolidou como uma potência religiosa (12,3 milhões de fiéis) e política (28 deputados federais). 

"Somos muito assediados [por políticos]", diz o pastor, que apoia a reeleição da presidente Dilma Rousseff: "A candidatura dela é uma nomeação, não precisa nem ir para a eleição".

Folha - Há um levante preconceituoso contra o Feliciano? 

José Wellington - O Feliciano é novo, jovem, inteligente e eu creio que vocês são inteligentes, vocês estão vendo que ele está querendo tirar proveito. Ele é político, está querendo tirar proveito desse troço. Ele está dando corda na coisa. O Marco Feliciano, bobo ele não é.

Agora, eu acredito que há uma exploração, há uma exploração muito grande do pessoal do lado de lá [críticos de Feliciano]. A verdade é essa: nós estamos juntos da Igreja Católica. Porque a Igreja Católica não aceita. O que nós não aceitamos a Igreja Católica não aceita.

Um bispo de São Paulo me telefonou e disse: "Pastor, vamos fazer uma dobradinha, temos de marchar juntos porque não aceitamos". Eles não aceitam aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo. Eu vi ontem na imprensa no Amazonas um juiz deu uma liminar para que o camarada lá casasse com duas mulheres. Negócio de doido, né? Só no Amazonas dá um troço desse.

Nós, da Assembleia de Deus, não participávamos da vida política do país. Só depois, quando eu assumi a presidência... Porque eu em janeiro agora completei 25 anos na presidência da Convenção Geral, fui reeleito nove vezes. Quando eu cheguei, com o crescimento da Assembleia de Deus, eu entendi que precisávamos colocar alguém para nos representar. E isso foi feito. Hoje temos 28 deputados federais 'assembleianos'. No total, são 80 os parlamentares evangélicos em Brasília [de diferentes denominações].

O Marco Feliciano... Ai, não foi porque ele é evangélico, foi um acordo do partido. Destinaram aquilo para o PSC. Coube ao Marco Feliciano e ele abraçou. Como ele antes de ser presidente dessa comissão havia feitos alguns pronunciamentos... Nós não aceitamos o comportamento dessa gente, mas não os perseguimos. Não temos qualquer preconceito com eles. Absolutamente nada. É que o grupo que está apoiando essa gente, balizou, aqui no Congresso, algumas leis que estão dando muito, muita força para essa gente, e dizem que o preconceito é nosso. Pelo contrário, eles é que são os preconceituosos.

Eles quem?

O grupo, o grupo. Porque há um grupo patrocinando isso aí. Você sabe que infelizmente que esse grupo de gays, lésbicas e essa gente cresceu demais nos últimos tempos. Há interesse da parte deles que essas leis sejam aprovadas. Mas acredito que uma sociedade sensata jamais aceitará um comportamento antissocial como esse.

Qual a importância do Feliciano dentro da Assembleia de Deus?

Ele é um pastor tão igual como os demais. Eu tenho um filho deputado federal [Paulo Freire (PR-SP)], estava aí. O meu filho eu vejo melhor [risos]. Mas, como pastor da Igreja, ele não tem qualquer destaque, qualquer direito a mais, nenhuma proteção a mais, ele é um pastor igual aos demais.

Nas sessões da Comissão, parece existir uma unanimidade contra Feliciano. Mas os valores que eles defendem são valores comuns aos 12,3 milhões de fiéis da Assembleia de Deus, certo?

Valores comuns a uma sociedade sensata, uma sociedade sadia. Quando escreveram o PL 122 [que criminaliza a homofobia], nós [evangélicos] reunimos e tomamos algumas posições em relação àquilo ali. Chamamos os deputados federais e pedimos para que eles segurassem a coisa. Eu mesmo fui lá falar com o presidente da Câmara, fui falar com gente do Senado, até o senador José Sarney [PMDB-AP, ex-presidente da Casa] me mandou uma cartinha muito bonita. É uma posição nossa mais bíblica, nada preconceituosa. Por exemplo, se chegam dois cidadãos lá [na igreja que ele comanda, em SP], se dizendo crentes e pedindo que eu faça um casamento deles eu não faço nunca [risos]. Aí a lei [do projeto] vai e me condena, diz que é discriminação, me joga na discriminação, cinco anos de cadeia, sem direito a qualquer recurso, é um absurdo um troço desse.

Qual a posição da Convenção sobre a alegação de Feliciano de que Noé amaldiçoou os africanos?

Essa é uma interpretação teológica. A Bíblia, quando conta a histórica de Cã, a tradução chama de Cão, né?, é que aquele filho de Noé (eram três) quando o pai tomou uns gorós e, bêbado, se despiu, ficou caído bêbado, veio um dos filhos, viu os dois, e saiu criticando, né?, outro veio, de costas, e cobriu a nudez do pai, então esse o pai abençoou e outro ele amaldiçoou. Cada um interpreta como queira. Qual foi a mudança que houve, se foi de cor, eu não sei.

Mas eu soube que dentro da igreja a posição não é essa.

Olha, eu não sou paulista, eu sou cearense. A cor da pele não faz muita diferença não, sem dúvida nenhuma. Eu recebo o irmão pretinho, a velhinha pretinha, para mim eu tenho tanto carinho, amor e respeito quanto por qualquer outro. Acredito que essa é a posição da maioria dos pastores. Agora, ele e alguns outros pregam isso, que os negros, os africanos, são descendentes de Cão.

O que o conjunto de valores dos evangélicos pode trazer para a discussão dos direitos humanos?

Em primeiro lugar, eu parto da premissa da própria vida na nossa Constituição. Que todos nós somos iguais perante a lei. Alguém disse que somos quase iguais, mas a letra disse que somos iguais. Acho que todo brasileiro deve ter sua liberdade de culto, de voto, do ir, do vir, os princípios de direitos humanos que a Constituição predispõe, acredito que ali está muito correto para todos nós. E também, em relação ao Estado ser laico, eu entendo perfeitamente o texto da lei. O Estado é laico, mas o povo é cristão, o povo tem religião. De maneira que essa interpretação. Entendo é que na vida administrativa deve ser separado um do outro, são dois ramos equidistantes, porém quando se trata da vida religiosa, todo povo tem a sua religião. E eu respeito perfeitamente. Eu tenho amizade por todos eles [líderes de outras religiões]. 

Qual deve ser o papel de qualquer igreja num Estado?

Em primeiro lugar, nós trabalhamos para paz social, na recuperação da criatura humana. Eu entendo que o homem, em si, tem condição de se recuperar em qualquer circunstância da vida. O lado social, o benefício à criatura humana em todas as áreas da vida, desde a educacional, da alimentação, da parte familiar, da parte social, de se integrar à sociedade, procurar ajudá-lo para que ele consiga emprego, trabalho, afim de que essa pessoa, que era um pária para a nação, passe a ser um cidadão de bem, operando, contribuindo para a nação. 

Na parte religiosa, nós temos muito o que ensinar da palavra de Deus, nada do José Wellington, eu prego Jesus Cristo, nosso salvador. Quando nós pregamos a bíblia, ela em si tem um poder transformador, não há necessidade de qualquer adendo, qualquer filosofia para misturar com a bíblia, ela em si já é a autoridade divina. O meu caso: aceitei Jesus com 8 anos de idade. Não fumei, não bebi, não me prostituí. Eu tenho quase 79 anos e tenho uma saúde perfeita.

O assédio dos políticos a vocês é muito grande?

É sim, somos bastante assediados. Só que a minha orientação como presidente foi sempre procurar ajudar os de casa. Por que, se eu elejo uma pessoa do nosso convívio eclesiástico, [é] alguém que eu tenho uma certa ascendência [sobre], que ele possa ser um legítimo representante da igreja. Temos que trabalhar os de casa. Eles merecem a atenção, a ajuda e a confiança. 

Como vocês escolhem as pessoas que apoiam? 

Chegou a ser de senador para cima, que precisa de mais votos, aí nós procuramos alguém que seja, no mínimo, amigo da igreja.

O que é ser amigo da igreja?

Normalmente, o senador da República já foi prefeito, já tem uma história na vida política. E nós então vamos buscar. Nós tivemos algumas dificuldades com o PT em São Paulo. Hoje não temos mais, graças à Deus por isso. Hoje tenho boa amizade com o prefeito de São Paulo [Haddad], sempre tive muita amizade com o Kassab, que saiu, tenho muito respeito e muita amizade também pelo governador, agora, eu não posso fazer divergência de partidos, eu trabalho com o povo. Na Igreja eu tenho PT, eu tenho PR, tenho PSDB, cada um acha que sua filiação está correta, Deus te abençoe. No contexto geral, somos crentes.

Qual a sua opinião sobre a Dilma?

Eu vejo com muito bons olhos. Confesso a você que não votei na Dilma. Eu tinha certos resquícios do PT lá em São Paulo. Mas esta senhora tem superado [as expectativas]. Ela pegou uma caixa de marimbondo na mão, mas tem sido muito honesta com seu governo e com o povo. Hoje, na minha concepção, a candidatura dela é uma nomeação, não precisa nem ir para a eleição, ela é eleita tranquilamente.

Vocês apoiam ela em 2014?

Eu até teria muito motivo para dizer não, mas esqueço tudo isso aí a bem do povo, ela tem sido muito correta na administração do nosso país. 

Com "PT de São Paulo" o senhor quer dizer Marta Suplicy?

[Risos] Deixa isso pra lá. O meu concorrente [na eleição desta semana], pelas informações que eu tenho ele recebeu todo o beneplácito do Planalto. Eu não recebi, e não recebi porque também não pedi. Na nossa igreja em São Paulo nunca entrou um centavo nem da prefeitura, nem do Estado nem da nação. Nunca pedi, de maneira nenhuma. A presidenta, num ano desses, eu estava aniversariando e ela foi lá me ver, me dar os parabéns. Foi lá com quatro ministros, o Padilha e outros mais. Recebi com muito carinho, muito amor, perfeitamente. Mas não peço. Agora, entendo que, se algum dia precisar pedir, sou um brasileiro que paga imposto, tenho tanto direito quanto os demais.

E o senhor tem um poder muito forte.

Vou dizer uma coisa para você. Eu não sou político, sou de uma família de políticos. Meu irmão foi deputado estadual durante três legislaturas. Minha filha é vereadora em São Paulo, a Marta, foi reeleita agora pela terceira vez. O Paulo foi eleito deputado com 162 mil votos, uma votação relativamente boa para São Paulo. E acredito que, pelo trabalho que ele está fazendo, talvez supere os 200 mil votos agora [em 2014]. Na eleição passada, ainda o [Orestes] Quércia [ex-governador de São Paulo, morto em 2010] era vivo, ele foi lá na nossa Igreja, ele, [o ex-prefeito Gilberto] Kassab e o [ex-governador José] Serra. Eles me convidaram para que eu fosse suplente. E eu então agradeci a gentileza deles e pedi dois dias [para pensar]. Eu até brinquei: "Deixa eu consultar minhas bases por dois dias". Na verdade, eu não ia aceitar. Eles voltaram, eu agradeci, educadamente. Então o Quércia disse: "Pastor, eu estou doente, você vai ser o senador". Eu disse: "É por isso que eu não quero". Eu não tenho tempo para mexer com a política. Não quero. A minha vocação é a igreja. Em São Paulo, nós temos 2.300 e poucas congregações [filiais] ligadas ao nosso ministério. É um batalhão de gente.

No total, a Convenção tem quantas Congregações?

O número de evangélicos da Assembleia de Deus é um ponto de interrogação. Em 1994, eu já era presidente, eu fiz um censo entre nós e na época nós contamos 12,4 milhões de crentes na Assembleia de Deus. O crescimento da Assembleia de Deus, é o levantamento que eu tenho, é de 5,14% ao ano. Quando estou falando de membro estou falando daquele que foi batizado e tem responsabilidade na Igreja. Quando o Fernando Collor era presidente eu falei: "Presidente, se nós fôssemos políticos, a Assembleia de Deus teria muito mais condição de contar com o povo do que o seu partido, porque vocês não têm uma filial em todos os municípios do Brasil." A Assembleia de Deus temos em quase todas as vilas de todos os municípios do Brasil nós temos um templo. São mais de 100 mil templos que tem a Assembleia de Deus no Brasil.

A revista britânica "The Economist" recentemente comparou o papa a um presidente de uma empresa. É isso mesmo?

A igreja tem os dois lados. Tem o lado espiritual e o lado material, o lado social. No lado espiritual, é a bíblia, oração, jejum, ensinamento bíblico. Do lado material, do lado do patrimônio, é uma empresa que nós temos que administrá-la de acordo com as leis vigentes no país. A Assembleia de Deus difere de outras igrejas evangélicas. Nós não vivemos correndo atrás do dinheiro. O dinheiro para nós não é o essencial. Nosso desejo é ganhar almas para Deus, o benefício da criatura humana. Nós somos um povo de vida social modesta mas que procura cuidar da igreja administrando-a seguramente.

Qual a receita anual de todas as Assembleias juntas? 

Não sei. Não estou lhe negando, porque esses valores [não são] da Convenção Geral. E a Convenção Geral tem o caixa mais pobre do mundo. Estou há 25 anos e desafio qual é o tesoureiro que possa dizer: "O José Wellington usou R$ 0,05 do caixa". 

E da Convenção?

São R$ 7 [milhões] ou R$ 8 milhões. É muito pouco. A nossa contribuição mensal é R$ 5 por mês [por obreiro], vou aumentar isso aí. Cada igreja tem a sua autonomia administrativa. Lá em São Paulo, essas 2 mil e poucas igrejas, essas todo o dinheiro vem para o Belém [central da congregação de Wellington em São Paulo]. E ali a gente administra e repassa para as construções e compromissos da igreja. 

A maior parte que vocês juntam é gasto com o trabalho social? Tem muita gente que acha que as igrejas evangélicas servem para enriquecer os pastores. 

Fui comerciante em São Paulo, e quando saí, não saí rico, mas com uma vida econômica estável. E o que eu tinha eu conservei até agora. Eu tenho algumas propriedades, eu já tinha uma boa casa onde morar, carro novo, caminhão. Não joguei fora, conservei. Mas digo por experiência: se alguém pensa em ser pastor para ganhar dinheiro, pode procurar outra profissão. Estou falando pastor, não estou dizendo essa turma que vive explorando, arrancando dinheiro do povo. A Assembleia de Deus não faz isso.

Quem faz isso?

[risos] Você é um moço inteligente. A televisão está cheia dessa gente. Nosso afã não é esse. Estou construindo um templo-sede em São Paulo, porque nossa igreja na verdade ficou muito pequena, então compramos uma quadra e gastamos aí uns R$ 47 [milhões], R$ 48 milhões. Estamos no acabamento. [Perguntam]: "Quando o senhor vai inaugurar?" Quando o dinheiro der [risos].

Houve um aumento de quase 50% nos fieis da igreja entre 2000 e 2010, segundo o Censo. Por que cresceu tanto? 

Existem duas operações. Primeiro, a bênção de Deus sobre nós. E em segunda lugar é que a salvação que recebemos de Jesus é tão boa, ela é tão gostosa, nos trás tanta alegria, tanta satisfação, que todo crente tem o prazer de dizer que é crente. Nós transmitimos para o nosso semelhante aquilo que Deus fez na nossa vida. Então, nessa demonstração de fé, estamos ganhando outros para Jesus. Aí está o crescimento da Assembleia de Deus. Não é nossa filosofia, não é nosso preparo cultural, é esta vida saudável que recebemos de Deus e partilhamos com aqueles que estão em volta de nós.

Com esse crescimento da igreja, e à luz do que ocorre com o Feliciano, o senhor sente um aumento do preconceito contra os evangélicos no Brasil?

Não, ao contrário. A minha geração, quando eu era criança, eu me recordo muito disso aí, quantas vezes os irmãos iam dirigir cultos ao ar livre, e terminava debaixo de pedradas, jogavam pedras, jogavam batatas, ovos, cebolas, era um negócio tremendo. Nós sofremos isso aí. Na época, nas cidades do interior do Ceará, se somavam um chefe religioso, um delegado de polícia e um juiz de direito e os três... Templos nossos foram destruídos, entravam nas casas do crentes, arrancavam as bíblias, faziam fogueira de bíblias nas praças, isso aí nós chegamos a conhecer no meu tempo. De lá para cá melhorou muito. Por que? Ontem, nossa penetração social era classe D para baixo. Hoje, pela graça de Deus, conseguimos alcançar uma classe social mais alta. A nossa igreja tem juiz de direito, tenho 14 netos e todos eles formados, quatro médicos. Então essa penetração social, ela mudou a visão da Assembleia de Deus. Esse problemazinho do Marco Feliciano é muito mais de enfeite da mídia e um pouco de proveito dele.

Às vezes, parece que ele está sozinho.

Nós temos por ele muita amizade e queremos o melhor para ele. Agora, não fomos nós que o indicamos para presidente da Comissão. Agora, já que ele está lá, vamos procurar dar um respaldo. Desde que também ele tenha um comportamento que não venha a comprometer a igreja.

Ele atraiu uma atenção negativa para a Assembleia? 

[risos] Não, ele está tirando proveitozinho porque ele é vivo, né?

Essa campanha [para a Convenção] é parecida com a de uma campanha política? 

Infelizmente, é. Não era assim. Eu me recordo de quantas vezes eu me reunia com as lideranças da nossa igreja numa convenção, não tão grande quanto essa, e os candidatos ali e nós votávamos por aclamação e OK.

Extraído de Folha de São Paulo

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Cristianismo Hoje: Malafaia fala demais?

Malafaia e os sogros: Pr. José Santos (em memória) e Maria Leal
Análise do artigo Malafaia fala demais, assinado por Valdemar Figueredo e publicado pela revista Cristianismo Hoje na versão virtual em 17 de dezembro de 2012. O link do texto encontra-se no rodapé.

Encontrei o presente texto ao passar os olhos no blogroll do blog Point Rhema, do amigo Pr. Carlos Roberto Silva. O meu blog, Belverede, e o blog Mulheres Sábias - que reproduziu a  matéria em 10 de abril de 2012 - estão indicados por ele. 

No ano passado, como um dos editores do UBE Blogs, tive a oportunidade de responder algumas perguntas para um dos repórteres da revista Cristianismo Hoje, era uma matéria sobre a aproximação de personalidades evangélicas com a Rede Globo. E em outra ocasião, acho que final de 2010, o UBE Blogs foi pauta de matéria da revista. 

O artigo não é recente e eu não o conhecia. Fiquei surpreso em vê-lo publicado pela CH. O conteúdo do texto parece uma compilação de postagens de algum tópico de debates encontrados nas comunidades do Orkut. 

Com base em Provérbios 12.17, “o que diz a verdade manifesta a justiça”, gostaria de comentar sobre dois parágrafos que chamaram mais a minha atenção na matéria. 

1 – Falas de pastores em seus gabinetes. Só Deus sabe o que se passa em todos esses ambientes, mas o articulista se apresenta como se tivesse o atributo da onisciência, e pudesse saber também. 

2 – Malafaia é pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo porque se afastou da CGADB? Não, uma coisa nada tem a ver com a outra. Malafaia é pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo porque enquanto vice-presidente o Pr. José Santos, o presidente, faleceu. Após a morte, em uma Assembleia Geral Extraordinária, todos os pastores daquele ministério votaram para que ele assumisse o posto. Houve consenso, este resultado é oficial, está lavrado em ata que ele recebeu 100% de votos, está documentada a preferência por sua pessoa como líder. Sobre o afastamento da CGADB: ele saiu, mas muitos pastores da ADVC, seus liderados, continuam conveniados. Malafaia não fez pressão alguma para que saiam também. 

domingo, 31 de março de 2013

Janio de Freitas me fez rir

Janio de Freitas escreveu um artigo para a Folha, cujo título é Poder à vista, que me fez rir.

Sem demonstração de qualçquer grau de vergonha, atado ao reboque frágil da mídia que diz "amém" para a Militância Gay, o texto tem o objetivo de atacar o pastor e deputado Marco Feliciano. Então, fez papel de surdo, mudo, cego, e analfabeto funcional e assim a pérola está online para você gargalhar também. 

Sim, é só interpretanto este papel ridículo que é possível afirmar (e um grande problema se acreditar) que o parlamentar é homofobico e racista.

No artigo, ele apresenta uma tese estranha, diz que a bancada evangélica está unida com a bancada ruralista, e que os deputados federais estão acovardados diante de ambas. 

Covardes? Não, amigo. Eles apenas não estão presos ao reboque dos militantes que você segue. Estão livres para pensar e agir por conta própria!

quarta-feira, 20 de março de 2013

O joio e as fases de crescimento espiritual dos cristãos

Não podemos esquecer que o joio está misturado com trigo, Jesus anunciou esta situação na Igreja (Mt 13.24-30). O apóstolo Paulo sofreu com essa gente: Himeneu, Alexandre, Demas (1 Timóteo 1.20; 2 Timóteo 2.14; 4.10).

Mas, além disso é importante ter em mente que a vida cristã é um processo espiritual. Ela começa com o novo nascimento, depois vem a fase de crescimento, quando o leite deve ser dado para as ovelhinhas, e... O amadurecimento, fase em que o cristão dá frutos espirituais.

Enquanto cresce, o cristão vive sua luta contra as forças da carne e da escravidão ao pecado. Mas, a libertação do Senhor é real, não é uma metáfora. Ninguém pense que é estória para bebê dormir. Quem quer ser livre, é liberto mesmo. "Se, pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" - João 8.36.

Outro dia, conversando com dois assembleianos em minha casa, comentei sobre a fase do cristão à mesma medida da estatura de Cristo (crente maduro). Comentei que é preciso ter como objetivo na caminhada de vida cristã não viver pecando, cuidar para que o coração não tenha prazer em pecar, e que ser assim representa seguir a Jesus.

Não adiantou muito. Eles alegaram que é impossível um cristão chegar neste nível espiritual. Retruquei lembrando a eles que Jesus aqui na terra era um ser humano que sofreu tentações também, e não cedeu ao pecado para nos dar a referência de amadurecimento cristão; e que está lá na carta aos Efésios (4.11-14) a vontade de Deus para todos nós, quando Paulo fala sobre o comportamento do crente como menino e o interesse do Senhor pelo crescimento desse crente-menino até ser varão perfeito, crente-adulto-na-fé, isto é, na altura espiritual de Cristo.

Amadurecidos, somos instrumentos do Senhor: "E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés" - Romanos 16.20 a.

Horas depois, um desses dois assembleianos me ofereceu muito material evangélico audiovisual pirata... Recusei.

Um menino que não quer crescer ou o joio entre trigo? Deus sabe.

E.A.G.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Revista Veja na Eslavec Águas de Lindóia

Foto da capa: Mario Rodrigues


O Jornalista João Batista, representando a Veja, escreveu uma matéria de cobertura do evento 4ª Escola de Líderes Associação Vitória em Cristo (Eslavec), realizada pelo ministério de Silas Malafaia entre os dias 11 a 14 de Dezembro de 2012 em Águas de Lindóia - SP . A reportagem foi publicada no encarte Veja SP, edição 2304, com circulação exclusiva no perímetro do estado pauslista.

Aparentemente, toda a narrativa do repórter, partindo em um ônibus que saiu do bairro Barra Funda - SP, parece não haver intenção de dolo. Ele descreve os fatos com neutralidade e vocábulos de alguém com pouca familiaridade com o meio evangélico.

A página virtual da Veja Online contém comentário de uma pessoa que estava na mesma condução e o contradiz. Trata-se do episódio em que o motorista dá a partida no veículo e o guia da excursão se manifesta. Versão do repórter: “Que Deus abra o caminho contra as sílabas do maligno”. Versão do evangélico Samuel Napoleão Silva: "Que Deus guarde o nosso caminho nos livrando das ciladas do inimigo”. Napoleão Silva acrescenta: "Quero entender que tenha sido um erro na digitação da matéria, ou o repórter quis dar uma de Ari Toledo, ou estava surdo mesmo". Eu penso que o ambiente no interior do carro estava naquele clima de passeio, e as muitas vozes lá e acolá atrapalharam a audição de João Batista.

Os organizadores do evento esperavam recepcionar cerca de cinco mil pessoas, João Batista não informa se esta meta foi atingida.

João Batista não menciona o caráter do evento, que é interdenominacional.

Na terceira parte da reportagem, consta que a Igreja Mundial do Poder de Deus faz uso da prática de convidar à sua equipe de obreiros pessoas que estão integradas e atuantes como obreiras em outras denominações evangélicas. Sou alguém que conhece quem já foi pressionado a integrar-se à IMPD. A pessoa convidada não cedeu ao convite.

Palestrantes: Silas Malafaia, Elizete Malafaia, Walmir Cohen, Coty, Marco Antônio Peixoto, Silmar Coelho, a doutora Dra Edméia Willians e o bispo norte-americano T.D. Jakes. Apresentação de louvores: Danielle Cristina, Nani Azevedo, Eyshila, Raquel Mello, Jotta A., dupla Marquinhos Menezes e Lilian, Dayan Alencar, Jozyanne e Rachel Malafaia.

Confira a matéria na fonte:

Parte 1: Acompanhamos um curso de mão de obra evangélica
Parte 2: Silas Malafaia - o caçador de pastores
Parte 3: As exigências de algumas igrejas para quem sonha em ser pastor 

E.A.G.

domingo, 6 de janeiro de 2013

O cigarro suspeito de Justin Bieber

Ao que tudo indica, a câmera de um paparazzo flagrou o jovem astro pop Justin Bieber fumando um cigarro suspeito, ilegal. A imagem foi parar em revistas e sites de fofocas.

Justin Bieber seria só mais um garoto na fase adolescente se houvesse na vida dele apenas testosterona em ebulição. Mas, além da força da natureza que o leva às contestações e à falsa necessidade de afirmar-se como “eu sou mais eu – e daí?”, existe fama e dinheiro.

Efemeridades! A vida, a fama, o dinheiro... Corremos atrás de uma vida social legal, da projeção que nos deixe bem na foto, e do money... Alguns de nós colocamos as mãos em tudo isso. Mas, se a expectativa de quem busca essas coisas é se sentir completo, então, é uma pena.

O status quo não preenche ninguém efetivamente, ocupa momentos sem tirar o vazio da satisfação que impulsiona a viver feliz. Daí, a frustração de ricos e famosos metidos em situações esquisitas. Esperamos que o Bieber não esteja se debatendo neste dilema.

Façamos do hoje um degrau para um futuro melhor. A receita para melhorar a vida de verdade é valorizar mais as pessoas do que as coisas. Gostar das pessoas como gostamos de nós mesmos. Lembrar que somos, todos nós, falíveis quando enxergamos a falha do outro. Exigir os acertos na mesma intensidade que desejamos que exijam a correção pessoal em nós.

E.A.G.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

A dura vida de quem, mesmo, senhora Elaine Brum?

Por Ciro Sanches Zibordi

"A dura vida dos ateus em um Brasil cada vez mais evangélico". Este é o título de um recente artigo da colunista Eliane Brum (foto), da revista Época. Ela afirmou, entre outras coisas, que muitos ateus sequer podem assumir a sua condição, temendo ser hostilizados pelos evangélicos. Isso não é comovente?

Considerando o argumento "ultra-imparcial" da premiada jornalista, sugiro outros títulos de artigos, pelos quais expoentes cristãos poderão demonstrar que os "cruéis" e "inconvenientes" evangélicos também têm sido hostilizados, em outras circunstâncias.

Que tal "A dura vida das famílias evangélicas em um Brasil cada vez mais imoral"? Ou: "A dura vida dos cristãos em um Brasil cada vez mais evangelicofóbico"? Ou ainda: "A dura vida dos heterossexuais em um Brasil cuja mídia está cada vez mais dominada pelo ativismo gay"?

A grande verdade é que muitos dos ateus e ativistas gays, que desejam não ser incomodados pela pregação do Evangelho, ao mesmo tempo querem ter (e têm tido) a liberdade para propagar a sua ideologia. Haja incoerência! Isso mostra que desejar cercear a liberdade de expressão sob a égide do Estado laico é demonstração de intolerância.

Todos os brasileiros, religiosos ou ateus, têm a liberdade, garantida na Constituição Federal, de dizerem o que pensam. Cada um de nós pode defender a sua crença, desde que respeite, também, as pessoas que pensam de modo diferente.

Fonte: Blog do Ciro

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